Por que ir além da programação?

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Hoje vivemos em um vasto universo de possibilidades de aplicações tecnológicas. Nunca na história da humanidade uma pessoa comum teve tanta possibilidade de realização.

O que é preciso para aproveitar ativamente as oportunidades desse momento?

O portal de acesso à esse universo é a habilidade de programar muito além da programação, usando software como alavanca para a autonomia, integrando diversas tecnologias como: financeira, produtiva, social, administrativa, de comunicação, contábil, etc.

Nas últimas semanas eu compartilhei com você três artigos. Estes artigos evidenciam elementos que eu julgo essenciais para essa “visão além do alcance” no desenvolvimento de software.

No artigo “O código que você escreve entrega valor para o seu cliente?”, eu falo sobre porquê programamos.

Na sequencia, o artigo “Funcionalidades são bugs, até que se prove o contrário” eu falo sobre o que devemos programar, evitando perder o foco.

No terceiro artigo “A forma como você programa, faz toda a diferença” eu detalho como devemos programar para desviar das armadilhas do processo.

Em dezembro de 2015, pessoas incríveis se reuniram numa jornada de aprendizagem para muito além da programação. Foi uma aventura fantástica! Veja você mesmo:

A próxima edição dessa aventura terá início no dia 16 de Agosto. Estamos na reta final para os preparativos para última edição de 2016. Muito em breve abriremos as matrículas.

Para acompanhar de perto e saber tudo sobre essa jornada, acesse o site do Welcome to the Django e inscreva seu e-mail.

[]’s, HB!

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30 comentários
  1. Marcel Fagundes Diz

    Pessoal,
    Eu estava lendo os artigos sobre programação , linguagens, framework etc etc. Nessas andanças na Internet não encontrei nenhuma discussão com bons argumentos sobre o equipamento indicado para desempenhar um bom trabalho de desenvolvimento de códigos. Seria legal abrir uma discussão sobre esse assunto. Qual plataforma usar, Windows, Os ou Linux? Qual seria mais eficiente? Qual hardware usar? Independente da linguagem adotada.

    Um abraço, Marcel

    1. Henrique Bastos Diz

      Falaê, Marecel! Na minha experiência, quando o assunto é open source o melhor ambiente é unix. Qualquer unix tornará sua vida mais fácil na organização das ferramentas produtivas.

  2. Moisés Meirelles Diz

    To empolgado!! quero começar logo o curso!

    1. Henrique Bastos Diz

      Que massa, @disqus_5AncP6ekUo:disqus! Eu tb tô bem ansioso pra começarmos! 😀

  3. Moisés Meirelles Diz

    To empolgado!! quero começar logo o curso!

    1. Henrique Bastos Diz

      Que massa, @disqus_5AncP6ekUo:disqus! Eu tb tô bem ansioso pra começarmos! 😀

  4. LUIZ CARLOS ARAUJO DA SILVA Diz

    Boa tarde Henrique, como faço para ingressar no curso de Python e Django?

    1. Henrique Bastos Diz

      Falaê, Luiz! Basta inscrever seu email no site http://welcometothedjango.com.br para ficar por dentro de todos os detalhes. 🙂

  5. LUIZ CARLOS ARAUJO DA SILVA Diz

    Boa tarde Henrique, como faço para ingressar no curso de Python e Django?

    1. Henrique Bastos Diz

      Falaê, Luiz! Basta inscrever seu email no site http://welcometothedjango.com.br para ficar por dentro de todos os detalhes. 🙂

  6. tiagoamaro Diz

    Digníssimo! Cada vez que leio esses posts sobre o ato de “pensar fora da caixa”, fico com aquela pulga atrás da orelha. Todos seus posts são um ótimo “food for thought”!

    Esse seu artigo me lembrou um post que li recentemente no Medium (curto, porém pontual): https://medium.com/@dailyzen/be-eclectic-5d8ab9a10f91

    Parece que várias pessoas estão “transcendendo” a obsessão de saber tudo sobre uma certa tecnologia, e focando no que realmente importa: as pessoas. O highlight to post é fundamentalmente seu ponto forte: “The key is to make the very most of your time, regardless of which skills you choose to cultivate”.

    1. Henrique Bastos Diz

      Falaê, @tiagoamaro:disqus! Fico feliz que vc curta as ideias. 🙂

      Achei bem interessante esse artigo que você compartilhou. Me fez lembrar de algumas outras coisas.

      No livro Sapiens (recomendo fortemente) o autor menciona que frequentemente o imaginário da sociedade se baseia na tecnologia mais avançada de sua época. Foi assim com a máquina à vapor, foi assim com o computador.

      O viés de especialização me parece muito ancorado na dinâmica de repetição eficiente que as máquinas nos trazem com sua capacidade de reproduzir a mesma coisa muito rápido muitas vezes.

      No entanto me parece que estamos chegando num limiar de outro paradigma. O paradigma das redes. A internet, sistemas distribuídos, Ubers e afins mostram que existem outras formas potentes de articulação para além da especialização. Isso ganha mais força quando conteúdos especialistas tornam-se abundantes.

      Nesse ambientes, a capacidade de integração se torna chave. Integração no sentido mais amplo, desde pessoas até áreas do conhecimento.

      Tem um artigo que sugere um pouco isso (apesar de não ser sobre isso exatamente): http://www.forbes.com/sites/michaelsimmons/2013/12/03/why-being-the-most-connected-is-a-vanity-metric/

      Meu resumo para o artigo é: “Não se feche em grupos e ajude todo mundo.” O que me lembra um pouco a visão de ser eclético que vc sugeriu.

  7. tiagoamaro Diz

    Digníssimo! Cada vez que leio esses posts sobre o ato de “pensar fora da caixa”, fico com aquela pulga atrás da orelha. Todos seus posts são um ótimo “food for thought”!

    Esse seu artigo me lembrou um post que li recentemente no Medium (curto, porém pontual): https://medium.com/@dailyzen/be-eclectic-5d8ab9a10f91

    Parece que várias pessoas estão “transcendendo” a obsessão de saber tudo sobre uma certa tecnologia, e focando no que realmente importa: as pessoas. O highlight to post é fundamentalmente seu ponto forte: “The key is to make the very most of your time, regardless of which skills you choose to cultivate”.

    1. Henrique Bastos Diz

      Falaê, @tiagoamaro:disqus! Fico feliz que vc curta as ideias. 🙂

      Achei bem interessante esse artigo que você compartilhou. Me fez lembrar de algumas outras coisas.

      No livro Sapiens (recomendo fortemente) o autor menciona que frequentemente o imaginário da sociedade se baseia na tecnologia mais avançada de sua época. Foi assim com a máquina à vapor, foi assim com o computador.

      O viés de especialização me parece muito ancorado na dinâmica de repetição eficiente que as máquinas nos trazem com sua capacidade de reproduzir a mesma coisa muito rápido muitas vezes.

      No entanto me parece que estamos chegando num limiar de outro paradigma. O paradigma das redes. A internet, sistemas distribuídos, Ubers e afins mostram que existem outras formas potentes de articulação para além da especialização. Isso ganha mais força quando conteúdos especialistas tornam-se abundantes.

      Nesse ambientes, a capacidade de integração se torna chave. Integração no sentido mais amplo, desde pessoas até áreas do conhecimento.

      Tem um artigo que sugere um pouco isso (apesar de não ser sobre isso exatamente): http://www.forbes.com/sites/michaelsimmons/2013/12/03/why-being-the-most-connected-is-a-vanity-metric/

      Meu resumo para o artigo é: “Não se feche em grupos e ajude todo mundo.” O que me lembra um pouco a visão de ser eclético que vc sugeriu.

  8. Alysson Barros Diz

    E aí pessoal!
    Dentre os cursos que eu já fiz, o WTTD foi o melhor.
    Estou fichado no próximo. Até lá!

    1. Henrique Bastos Diz

      Show de bola, Alysson! Vai ser sensacional!

  9. Alysson Barros Diz

    E aí pessoal!
    Dentre os cursos que eu já fiz, o WTTD foi o melhor.
    Estou fichado no próximo. Até lá!

    1. Henrique Bastos Diz

      Show de bola, Alysson! Vai ser sensacional!

  10. Andre Marcos Gelhen Diz

    O curso é simplesmente o MELHOR!!!!!!.
    É único!!!!
    Só fazendo o curso para entender a dimensão do curso, falar para alguém sobre o curso é como falar de algo tão bom, que as pessoas duvidam que é real.
    É muito além da programação mesmo.

    1. Henrique Bastos Diz

      Valeu mesmo, Andre! #vaibombar

  11. Andre Marcos Gelhen Diz

    O curso é simplesmente o MELHOR!!!!!!.
    É único!!!!
    Só fazendo o curso para entender a dimensão do curso, falar para alguém sobre o curso é como falar de algo tão bom, que as pessoas duvidam que é real.
    É muito além da programação mesmo.

    1. Henrique Bastos Diz

      Valeu mesmo, Andre! #vaibombar

  12. Luiz Filipe Cesar Diz

    Já assisti e assistiria novamente todos os vídeos da turma anterior, porque cada um reforça o quanto quero fazer o curso e o porque confio no trabalho do Henrique.
    A próxima edição dessa aventura finalmente já tem uma data! =)

    1. Henrique Bastos Diz

      Sensacional, @luizfilipecesar:disqus! Vai ser um prazer ter vc na turma! #tmj

  13. Luiz Filipe Cesar Diz

    Já assisti e assistiria novamente todos os vídeos da turma anterior, porque cada um reforça o quanto quero fazer o curso e o porque confio no trabalho do Henrique.
    A próxima edição dessa aventura finalmente já tem uma data! =)

    1. Henrique Bastos Diz

      Sensacional, @luizfilipecesar:disqus! Vai ser um prazer ter vc na turma! #tmj

  14. Régis Silva Diz

    Turma Knuth + Turma Grace Hopper = Vai bombar #ForçaPython

  15. Régis Silva Diz

    Turma Knuth + Turma Grace Hopper = Vai bombar #ForçaPython

  16. Felipe Rodrigues Diz

    Finalmente tem data! 🙂

    Gostei bastante do compilado de vídeos, já que só já tinha visto alguns.

    1. Henrique Bastos Diz

      Falaê, @disqus_30spxoWFaj:disqus! 😀 Massa que vc curtiu! A galera é incrível! Finalmente temos data… agora é fechar os detalhes nessa reta final. 😉

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