O mercado brasileiro de TI não está preparado para os Intraempreendedores.

Vitor Pellegrino escreveu um excelente artigo sobre o novo perfil profissional em evidência no mercado: O Intraempreendedor. Por definição, este é o profissional dos sonhos de toda e qualquer empresa. Um funcionário colaborador empreendedor. Mas a maioria das empresas brasileiras de TI não estão preparadas para corresponderem aos sonhos e aspirações destes profissionais exigentes.
O Intraempreendedor é definitivamente um profissional da era do conhecimento. Ele vai além da competência, que se define pela soma de habilidade, atitude e conhecimento. Busca atentamente resultados, e considera os fatores humanos partes integrantes desta equação. Sua medida de sucesso não é “criar as crianças em um bom colégio”, mas sim viver com qualidade. Qualidade de vida é seu objetivo maior.
Inértes a essas mudanças, a maioria das empresas brasileiras de TI continuam em cima do muro. De um lado até há o desejo de mudar, mas do outro o bicho da incerteza do mercado dá força à abordagens predatórias e imediatistas. Equipes com 30 profissionais são montadas da noite para o dia, “apenas” para atender às demandas de um contrato de consultoria que caiu do céu. O resultado é a quinterização dos serviços, e ao invés do lucro vir de soluções em TI, vem da margem no valor da hora dos profissionais alocados. É uma declarada “prostituição cerebral”, mantida pela alta demanda do mercado que eleva os salários da categoria para além da média de outros mercados nacionais.
Estas empresas de RH fantasiadas de empresas de TI, estão sim aproveitando oportunidades de mercado. Mas com as mudanças nos rumos das soluções tecnológicas, suas abordagens se tornarão cada vez menos competitivas. E não adianta se enganar achando que “quando tivermos dinheiro recursos sobrado investiremos nas pessoas”. A renovação da cultura da empresa se dá pela experimentação, e precisa ser propagada de cima para baixo, pois só assim é possível criar os espaços necessários para a atuação dos Intraempreendedores. Aqui na Myfreecomm a gente se esforça muito para ser uma organização onde as pessoas desejem trabalhar. Não é nada fácil, mas tem sido recompensador de várias maneiras! Aliás, se você está alinhado com esta visão, gosta de desafios, entende e respira tecnologia, mande seu currículo para rh at myfreecomm.com.br e venha contribuir com a gente!

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2 respostas

  1. Excelente artigo Henrique,
    Dediquei vários artigos do meu blog a problemas que vejo nas empresas de T.I. brasileiras, uma pena a myfreecomm não ser em curitiba, aqui ainda é extremamente dificil encontar empresas que valorizem intraempreendedorismo e que consiga ver que só tornando a empresa um ambiente realmente agrádavel para o “colaborador” (não apenas no discurso) se diminuirá o turn-over e se reterá os grandes talentos.
    Abraços

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