Entries from junho 2008 ↓

Vaga para Desenvolvedor Ninja

Aqui na Myfreecomm estamos desenvolvendo algumas tecnologias bem diferentes e inovadoras! E por isso estamos procuramos um Desenvolvedor Ninja (experiente e versátil) voltado para o desenvolvimento de aplicativos desktop. A aplicação é desenvolvida em Powerbuilder 10 e 11, mas encorajamos o contato de ninjas que dominem outras tecnologias de desenvolvimento de aplicações desktop. Acreditamos que um verdadeiro ninja poderá estudar a plataforma Powerbuilder e dominá-la com velocidade e maestria.

Nossos Ninjas devem ser capazes de:

  • Criar componentes COM para ampliar o suporte do Powerbuilder às necessidades do projeto.
  • Desenvolver módulos que integrarão o aplicativo à serviços web.
  • Projetar e programar a aplicação em camadas visando modularização.
  • Elaborar as melhores estratégias de implementação para reduzir o custo de manutenção do produto.
  • Desenvolver componentes que agregarão recursos à plataforma PowerBuilder.
  • Aprimorar o ambiente de desenvolvimento automatizando processos repetitivos.
  • Implementar testes automatizados do produto nas diversas camadas.

As missões-ninja são realizadas no Centro do Rio de Janeiro, 8h por dia, iniciando entre 9:00h e 10:00h da manhã. Buscamos um Ninja para integrar nosso clã permanentemente.

Necessário experiência comprovada em:

  • Desenvolvimento de aplicações desktop Windows.
  • COM e OLE
  • Processos e Threads
  • Redes
  • OO, MVC, Design Patterns
  • Arquitetura do sistema operacional Windows.
  • Métodos e estratégias de depuração.
  • Conhecer linguagens dinâmicas, preferencialmente Python

Importante saber do que se trata e como funciona:

  • Win32
  • Subversion
  • CRUD
  • RBAC
  • Test Driven Development (TDD)
  • SOA
  • Web Services (SOAP, XML-RPC, REST)

Também praticamos as seguintes tecnologias que é desejável conhecer:

  • C/C++
  • Python
  • NSIS
  • Powerbuilder

Se você se sente capaz de encarar este desafio, envie seu currículo para rh at myfreecomm dot com dot br com o valor pretendido para sua recompensa e uma breve descrição do seu interesse e aptidão pela oportunidade.

Reflexões sobre as barreiras práticas do Get Things Done.

Participando do grupo de usuários gtd-br, nota-se que cada vez mais pessoas relacionam a organização pessoal com seu nível de stress e satisfação em qualidade de vida. No entanto, a enxurrada de conceitos e técnicas para administração do tempo se perdem em um “turbilhão teórico”, gerando um misto de frustração e angústia.

Nesta última semana, Lu Monte assinou desolada uma de suas mensagens:

“Lu, que anda bem quieta na lista por total incapacidade de implementar o GTD.”

No livro Get Things Done, o grande problema é que conceitos e métodos vêm entrelaçados com exemplos de aplicação, e fica difícil para o leitor distinguir o que é cada um. Além disso, em várias passagens, exemplos de aplicação de GTD induzem o leitor a tratar o livro como uma receita de bolo. E é nesse momento que muitas pessoas empacam (inclusive eu).

As idéias do livro são muito interessantes, mas devem ser encarados como pura filosofia. GTD é uma repaginada nas abordagens tradicionais de administração, e não deve ser encarado como “a bala de prata para a qualidade de vida”. Qualquer passagem que retrate aplicação prática deve ser considerada apenas para referência… material para reflexão.

Para se organizar, é preciso ter trabalho. Experimentar várias ferramentas, abordagens, estratégias. Comece devagar! Use uma lista apenas e veja se funciona. Então vá fazendo sucessivas tentativas ligeiramente diferentes. Perceba o que serve e o que não serve para você. Desta maneira, naturalmente você vai criando a sua metodologia de acordo com sua individualidade e necessidades particulares. E o mais importante: Persista!

O mercado brasileiro de TI não está preparado para os Intraempreendedores.

Vitor Pellegrino escreveu um excelente artigo sobre o novo perfil profissional em evidência no mercado: O Intraempreendedor. Por definição, este é o profissional dos sonhos de toda e qualquer empresa. Um funcionário colaborador empreendedor. Mas a maioria das empresas brasileiras de TI não estão preparadas para corresponderem aos sonhos e aspirações destes profissionais exigentes.

O Intraempreendedor é definitivamente um profissional da era do conhecimento. Ele vai além da competência, que se define pela soma de habilidade, atitude e conhecimento. Busca atentamente resultados, e considera os fatores humanos partes integrantes desta equação. Sua medida de sucesso não é “criar as crianças em um bom colégio”, mas sim viver com qualidade. Qualidade de vida é seu objetivo maior.

Inértes a essas mudanças, a maioria das empresas brasileiras de TI continuam em cima do muro. De um lado até há o desejo de mudar, mas do outro o bicho da incerteza do mercado dá força à abordagens predatórias e imediatistas. Equipes com 30 profissionais são montadas da noite para o dia, “apenas” para atender às demandas de um contrato de consultoria que caiu do céu. O resultado é a quinterização dos serviços, e ao invés do lucro vir de soluções em TI, vem da margem no valor da hora dos profissionais alocados. É uma declarada “prostituição cerebral”, mantida pela alta demanda do mercado que eleva os salários da categoria para além da média de outros mercados nacionais.

Estas empresas de RH fantasiadas de empresas de TI, estão sim aproveitando oportunidades de mercado. Mas com as mudanças nos rumos das soluções tecnológicas, suas abordagens se tornarão cada vez menos competitivas. E não adianta se enganar achando que “quando tivermos dinheiro recursos sobrado investiremos nas pessoas”. A renovação da cultura da empresa se dá pela experimentação, e precisa ser propagada de cima para baixo, pois só assim é possível criar os espaços necessários para a atuação dos Intraempreendedores. Aqui na Myfreecomm a gente se esforça muito para ser uma organização onde as pessoas desejem trabalhar. Não é nada fácil, mas tem sido recompensador de várias maneiras! Aliás, se você está alinhado com esta visão, gosta de desafios, entende e respira tecnologia, mande seu currículo para rh at myfreecomm.com.br e venha contribuir com a gente!

Meme: Palavra do Rei - melhores práticas em desenvolvimento de software

Atendendo à proposta de meme do Rafael Lima, vou explicitar mais uma regra orientação que praticamos na Myfreecomm:

Keep It Simple, Stupid! (KISS), popularmente proferido como “Se tá difícil, tá errado!”.

Soluções milagrosas tendem comprometer a maioria dos outros padrões. Simplificar um problema, nem sempre é possível, e é diferente de simplificar a abordagem para a solução do problema! “Dividir e conquistar” em termos programáticos significa usar funções com comportamento previsível e específico.

Então senhores, nada de funções-célula-tronco:

Public Static Void FazTudo()
{
Acessa banco;
Testa um webservice;
Muda cor do campo;
Calcula;
Salva no banco;
Joga resultado na tela;
}

Lembrando sempre: 2 minutinhos de código podem gerar 2 décadas de bugs. (Alguém ouviu M$ Windows?)