Oportunidade ou distração?

Neste post eu explico como consigo identificar as oportunidades, como organizo as minhas ideias e como faço para dizer não às distrações.

Existem muitas coisas possíveis. O mundo tem infinitas questões que podem melhorar. Algumas gerais, muitas específicas. Todo dia percebo várias. Mas a grande maioria não é oportunidade pra mim.

Pra mim, a possibilidade de fazer algo que eu não desejo chamo de distração.

O desejo é algo intrínseco, vem de dentro e você não consegue explicar a priori. Tem relação direta com a sua vida, suas buscas etc. Desejo não é meramente vontade. Nem muito menos óbvio. Não é algo que você “quer”, é algo que te puxa.

Então oportunidade é a possibilidade de realizar o desejo.

E com tanto ruído no mundo, com tanta propaganda, com tanto medo, incerteza e dúvida que atacam nossas mentes com a ideia de “perder tudo” ou a ideia de “ficar de fora da próxima onda”, a habilidade mais importante de quem deseja realizar os seus desejos é dizer não. Dizer não para as distrações.

Por isso eu separo agressivamente oportunidades de possibilidades. Só assim consigo criar espaço e tempo para iterar na busca do que desejo. Esse é o grande papel do não.

A atenção para a distração acontece se houver necessidade. Algo extrínseco, uma força maior, uma exceção. E faço isso para poder chegar ao dia seguinte e continuar trabalhando nas oportunidades que podem levar à realização do desejo. Aqui vale ressaltar que medo é intrínseco, por mais que muitas vezes pareça extrínseco.

Jogando com esses 5 conceitos (desejo, possibilidade, oportunidade, distração e necessidade) eu exercito a organização das minhas ideias. Quando consigo fazer isso de forma satisfatória, acontece muito aquela sensação de “não ter escolha”, pois fica nítido o que precisa ser feito.

 

[]’s, HB!

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