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Histórias do #Paiol: Conheça Mariana Andrade

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No post passado contamos a história do Gleison Oliveira, hoje é dia de você conhecer a Mariana Rosa. Mais uma pessoa incrível que recebeu o incentivo da galera do #Paiol para participar da Python Brasil 2017.

O #Paiol é uma iniciativa criada com a missão de superar barreiras financeiras que afastam as pessoas dos eventos. Ele nasceu com o objetivo de levar 04 pessoas com histórias sensacionais para a Python Brasil 2017 e foi apoiado pela equipe do Max Milhas que comprou a ideia desde o primeiro momento e a galera que se articulou para compartilhar e contribuir com a vakinha!

Se você quer saber como tudo isso começou é só clicar aqui!

A História

Aos 17 anos, Mariana decidiu que queria cursar Análise e Desenvolvimento de Sistemas, mas para realizar este sonho, ela precisaria se mudar para capital do Mato Grosso do Sul. Ela não pensou duas vezes e partiu sozinha para Campo Grande!

Entre um estágio e outro, ela foi adquirindo cada vez mais conhecimentos e no último semestre da faculdade, ela começou a trabalhar em uma empresa como analista de suporte e há mais de 08 anos trabalha com isso.

Apesar de se sentir bastante confortável trabalhando como suporte, Mariana sente que está no momento de se tornar uma programadora e ajudar a difundir o Python no seu estado.

Confira o relato da Mariana Rosa contando a sua experiência na PythonBrasil [13]

 

A experiência de viver a primeira conferência de Python na vida foi algo enriquecedor! Foi simplesmente incrível chegar em um lugar, onde todo mundo te recebe bem, pessoas do Brasil inteiro e de fora do país, abertas a conversar contigo mesmo você sendo um iniciante na área.

O que ficou muito marcado para mim foi essa união, a camaradagem do grupo Python, todo mundo se ajuda, ninguém é melhor que ninguém. Conheci pessoalmente, pessoas que eu só tinha visto através de palestras no youtube, uma façanha que semanas antes, eu nunca cogitaria.

As várias palestras me forneceram uma grande variedade de assuntos para serem anotados e estudadas posteriormente. Mas o Django day, além de produtivo, foi também uma oportunidade de me confraternizar com pessoas muito bacanas.

Passada a etapa de palestras, vieram os tutoriais, onde pude fazer cursos com os grupos Django Girls e Pyladies São Paulo. Conheci meninas programadoras que serviram como inspiração para mim. Elas me apoiaram muito quando revelei a minha vontade de disseminar o Python para as mulheres no Mato Grosso do Sul. E até ofereceram ajuda para sanarem dúvidas e isso com certeza é algo de grande valor.

Voltei para o meu estado me sentindo outra pessoa! Não só em matéria de conhecimentos, mas também como pessoa, a vontade de ajudar a espalhar o conhecimento foi despertada e quero fazer a diferença por aqui.

Conheça melhor a Mariana:

 

 

Resultados do #Paiol

Como eu falei no post “#Paiol: Uma iniciativa que investe em pessoas e supera barreiras financeiras!”, cada pessoa beneficiada pelo #paiol assume a responsabilidade pública de passar adiante o que aprendeu, honrando assim a contribuição dos apoiadores da iniciativa.

Conheça a forma que a Mariana encontrou para compartilhar o que foi aprendido:

Se conectar com a galera que tem experiência em criar comunidades locais e voltar pra Campo Grande com o compromisso de fazer um encontro dos Pytaneiros e tentar arrastar o máximo de meninas possíveis para se envolverem com Python e quem sabe criar o Pyladies-MS.

Imagine só, daqui uns anos rolando uma PythonBrasil no Pantanal? \õ/
Esse é o poder das pessoas!

 

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  • Conheci eles lá no pybr, quando o marido dela disse que tinha saído do Mato Grosso para BH, eu fiquei espantado e ao mesmo tempo alegre só python para fazer isso! Mas foi bacana conhecer os dois e ver essa historia agora!