A forma como você programa faz toda a diferença!

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Quando aprendemos a programar, toda nossa energia está focada em simplesmente fazer as coisas funcionarem.  Queremos entender como a máquina funciona, como a linguagem se comporta e como controlar o fluxo de execução do software.

É nessa fase que a gente aprende a lidar com o elemento mais frequente na programação: o erro! Pode ser um erro de digitação, uma lógica errada, uma contagem que escapa por 1, um arquivo que você esqueceu de adicionar…  As formas para algo dar errado são infinitas!

O processo de tentativa e erro é da natureza do aprendizado! 

Cada erro nos ajuda a aprender um pouco mais. Com a prática, os erros simples vão ficando menos frequentes, dando espaço para questões mais sofisticadas.

Por isso, quando desenvolvemos software profissionalmente é muito importante ter a consciência que erros sempre acontecerão. O nosso grande desafio como programadores é administrar o risco e o impacto destes erros.

Na realidade, a interação entre o programador e um código é um erro em potencial. Quando só você usa o software, o erro tem baixo impacto. Mas quando se trata de um software em produção que serve vários usuários, o impacto pode ser catastrófico.

ansiedade frente ao erro. Post: A forma como você programa faz toda a diferença

 

Mas como minimizar os riscos e aprimorar a minha forma de desenvolver software?

Para que você possa ter muito mais confiança na solução que entrega eu recomendo o TDD. O Desenvolvimento Guiado por Testes  ou Test Driven Development (TDD) é a técnica que eu mais uso e que mais me ajuda a programar sem perder de vista o que eu preciso entregar.

TDD  é uma técnica de design de código que te ajuda a administrar e reduzir os riscos do processo de programação. Ao escrever os testes primeiro e evoluir o código teste por teste você evita que o processo de desenvolvimento vire um caos. Assim você se mantém sempre confiante em evoluir o código, sem medo de mexer aqui e quebrar lá do outro lado.

O processo de TDD se baseia em você definir o input e output do seu código antes de se preocupar com o processamento que levará de um estado ao outro. Desta forma, eu começo do mais simples ao mais complicado, aumentando gradualmente a capacidade do meu software realizar a tarefa.

Quando eu escrevo os testes primeiro, eu expresso um código que diz: Rode o processamento X com o input Y e o resultado será o output Z. Se não for, tá errado!

O detalhe é que fazemos isso antes mesmo de criar o processamento X, seja ele uma função, um método de uma classe, ou qualquer outra construção. Eu defino concretamente a expectativa e a interface do que eu ainda vou implementar.

Se você nunca viu isso acontecendo na prática, no vídeo abaixo eu demonstro a construção de um programa utilizando esta técnica. Eu gravei esse vídeo como um exercício pedagógico quando eu estava pesquisando as melhores abordagens para projetar o Welcome to the Django.

Aprender a dominar os testes e entender como utilizar esta técnica para entregar valor é uma das lições mais marcantes que os alunos do Welcome to the Django tiram da nossa jornada.

Durante as 08 semanas de curso nós combinamos a estratégia de Baby Steps  com o TDD  indo desde a primeira linha de código até o sistema completo e pronto para ser entregue ao cliente.

Um desenvolvimento sem dores de cabeça, guiado pela leveza e pela certeza de estar fazendo a coisa certa da forma certa. É isso que faz com que o programador conquiste seu espaço no mercado de TI e seja reconhecido como um solucionador de problemas. 

Se você deseja fazer parte desta jornada prática que está transformando milhares de programadores em protagonistas do seu desenvolvimento de software garanta a sua vaga na turma Barbara Liskov do Welcome to the Django:Matriculas Abertas para a turma Barbara Liskov! Garanta sua vaga!

 


Caso você não esteja me acompanhado aqui no blog, eu escrevi dois artigos que são complementares a esse e que podem te ajudar muito. O primeiro explica porque é importante ter foco no que o cliente precisa, ou seja no valor que você precisa gerar e o segundo traz um estudo de caso que mostra para você o que fazer para não perder o valor de vista.

Se você ainda não leu estes artigos, eu recomendo fortemente a leitura. 

Abração, HB!

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